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Gestão do PRONATEC/IFAC se reúne com juíza titular da VEP

Gestão do PRONATEC/IFAC se reúne com juíza titular da VEP

No encontro foi discutida a possibilidade de oferta de cursos do Pronatec para os reeducandos do Regime Fechado

Em reunião com a juíza titular da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, nesta sexta-feira, 03, a coordenadora geral do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego no IFAC, Alcilene Alves, e a coordenadora adjunta Luana Melo discutiram a possibilidade de oferta dos cursos para os reeducandos do Regime Fechado.

A previsão é que sejam abertas quatro turmas de 15 alunos. Uma em Rio Branco, outra em Sena Madureira e duas em Tarauacá. As 60 vagas devem se dividir entre os cursos de Avicultor e Operador de Computador, demandas apresentadas pelo Ministério da Justiça.

Durante a reunião, a discussão girou em torno da estrutura dos presídios da capital e interior para a oferta dos cursos, o perfil dos reeducandos que deverão ser contemplados com a capacitação e a logística necessária. matéria

A juíza titular da Vara destacou a importância de levar capacitação para esse público, mas destacou também que tudo deve ser feito com muita cautela. “Levar cursos desse tipo para os reeducandos é abrir portas de reinserção social e é disso que precisamos para reduzir o número de reincidência criminal. E esse momento de discussão é muito importante porque não podemos fazer isso de qualquer jeito. É um público especial e que precisa de uma atenção diferenciada”, completou.

Se aprovado pelo Ministério da Educação como ofertante desses cursos, o IFAC amplia o leque de públicos alcançados pelo Programa. Até então, o Pronatec executado pelo Instituto atende a cidade, o campo, as aldeias indígenas, os servidores públicos e o público do Programa Mulheres Mil com unidades nos 22 municípios acrianos.

“Esse é o momento da articulação com os parceiros. Já tivemos uma conversa com a juíza da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas - VEPMA, Maha Manasfi e agora com a titular da Vara de Execuções Penais - VEP, Luana Campos. A demanda já foi manifestada pelo Ministério da Justiça e a nossa intenção é nos prontificar como possíveis ofertantes desses cursos. Daí as conversas para ver também o interesse das instituições e as condições do sistema acreano para a execução dessas ações”, esclareceu a coordenadora Alcilene Alves.

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