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Reitoria

IFAC contribui com a Semana da Mulher do Judiciário

Palestras, Teatro e uma série de ações voltadas ao bem-estar e à saúde das mulheres ocorrem na “Semana da Mulher” organizada pelo Poder Judiciário e o Instituto Federal do Acre (Ifac) foi convidado a contribuir com esse momento de valorização do público feminino. As atividades em homenagem a “elas” iniciaram na segunda-feira, 07 de março, e a coordenadora geral do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), no Ifac, Dirlei Fachinello, palestrou sobre o trabalho desenvolvido pelo Instituto, através do Programa.

“Aproveitei a oportunidade para apresentar os cursos do Pronatec ofertados pelo Ifac na modalidade Mulheres Mil, que é um programa que está inserido nas políticas públicas com a finalidade de promover a igualdade de direitos, combater à violência contra a mulher e melhorar a educação. Como ter acesso? Onde e quais cursos já ofertamos? Mostrar as portas abertas, os caminhos que elas podem tomar para conseguirem a independência, melhorar a qualidade de vida, ter acesso ao mercado de trabalho é muito importante, pois muitas mulheres vivem situações de violência e vulnerabilidade”.

Acompanharam a coordenadora geral, a coordenadora adjunta do Pronatec/Mulheres Mil no Ifac, Mariete Buriti e a diretora de regulação da Pró-reitoria de Ensino do Instituto, Arteme Vasconcelos.

A solenidade na Vara de Proteção a Mulher foi aberta pela juíza titular da Vara, Shirlei de Oliveira Hage Menezes na presença do presidente do Tribunal de Justiça do Acre, em exercício, desembargador Samoel Evangelista que também proferiu algumas palavras em homenagem às mulheres. Em seguida, as mulheres assistiram à apresentação de uma peça teatral e só depois iniciou o ciclo de palestras com psicólogas e a participação da coordenadora do Pronatec, do Ifac.

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Ifac atende 18 povos indígenas com cursos do Pronatec

Foto: Onofre Brito (Agência de notícias do Acre)

O Instituto Federal do Acre (Ifac) está oferecendo cursos de formação inicial e continuada pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) para 18 comunidades indígenas em oito municípios do Acre, incluindo quatro regiões considerados de difícil acesso.

Os cursos foram escolhidos pelas comunidades e os professores contratados são a maioria indígena, tendo sido selecionados por edital específico para atendê-los.

A iniciativa do Instituto Federal vem sendo consolidada após projeto experimental realizado o ano passado na regional de Tarauacá-Envira e aprimorado para outras regiões com o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai) – parceira da realização dos cursos – e organizações não-governamentais indígenas.

Em março, equipe de profissionais da Diretoria Sistêmica de Programas Especiais da Reitoria do Ifac – gestora do Pronatec – estará indo as comunidades para documentar a experiência, visando aprimorá-la e difundi-la para a Rede Federal.

Uma prévia das ações que estão sendo realizadas no Vale do Juruá foi registrada esta semana (terça, dia 16 de fevereiro) pelo jornalista Flaviano Schneider e o repórter fotográfico Onofre Brito pela Agência de Notícias do Acre, órgão do Sistema Público de Comunicação do Estado. Confira:

Acre serve de laboratório para implantação do Pronatec Indígena

Os povos indígenas Puyanawa e Katuquina receberam na terça-feira, 16, a visita de um grupo de profissionais do Instituto Federal do Acre (Ifac) de Cruzeiro do Sul, ligados à execução de cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

O motivo foi avaliar os resultados e preparar um documentário sobre os cursos que ora vêm sendo realizados nas aldeias, na modalidade de Pronatec Indígena, uma novidade dentro do programa, em que o Acre está servindo de laboratório para expandir a experiência para outras unidades da Federação.

Criado em 2011 pelo governo federal, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) já chegou a mais de 70 mil pessoas no Acre com cursos de formação profissional e tecnológica em várias áreas, tendo como principais executores o Ifac e o Centro de Formação e Tecnologias do Juruá (Ceflora), que é ligado ao Instituto Dom Moacyr.

A equipe de visitantes foi formada pelos seguintes: Aline Silva, coordenadora adjunta do Pronatec/Ifac no Vale do Juruá; Blenda Moura, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi); Lídia Gomes Magalhães, orientadora social; Donizete Maia Azevedo, supervisor do curso; Éderson Silveira, professor; Maria José Ricardo, professora e Fabíola Pereira da Paixão, apoio administrativo.

Artesanato e agricultura

Na Terra Indígena (TI) Puyanawa está sendo realizado o curso de artesão de artigos indígenas e na TI Katuquina o curso de agricultor agroflorestal, ambos com 200 horas de aula. O curso de artesão está sendo frequentado por 17 índios puyanawas e três nawas enquanto o de agricultura é frequentado por 20 jovens katuquinas, todos alunos do ensino médio.

Para realizar os cursos entre os indígenas, foi fundamental a parceria com a Fundação Nacional do Índio (Funai). O coordenador regional da Funai, Luís Nukini, que acompanhou a visita aos puyanawas, considera os cursos do Pronatec uma contribuição ao fortalecimento da cultura e da organização interna dos povos indígenas. Ele explica que o processo se iniciou primeiro por uma demanda das próprias comunidades indígenas. Há dois anos houve o fortalecimento da Funai na região e a busca de parcerias com instituições que pudessem atender a essas demandas e finalmente concretizou-se a parceria com o Ifac/Pronatec. “O curso está possibilitando aos puyanawas refletir sobre sua história e recordar como foi o artesanato de seus antepassados” atestou.

O índio Davi Puyanawa tem sido um ícone no que toca ao resgate do artesanato tradicional de seu povo. Ele é formado em Artes na Universidade Federal do Acre (Ufac) e para o seu trabalho de conclusão do curso (TCC) pesquisou e descobriu 35 tipos de artesanato tradicionais e quase totalmente esquecidos na atualidade.

Ele e mais um colega índio foram contratados pelo Ifac para ministrarem o curso. Os artesãos em formação estão aprendendo a tecer com o cipó titica e fazer peças utilizando palha de buriti e fibra de tucum. Dentre os objetos estão cestos, jamaxi, caçoá, balaios e outros apetrechos.

Para o cacique Joel Puyanawa, o curso chegou na hora certa: “Nosso povo está vivenciando um novo momento da revitalização da cultura e da tradição e vemos com alegria que as pessoas da comunidade queiram participar desse resgate”.

Joel conta que a agricultura, especialmente a produção de farinha, é a principal atividade econômica das duas aldeias (Barão e Ipiranga), mas com o desenvolvimento do artesanato poderá sair daí um importante complemento de renda.

Para o curso de agricultor agroflorestal na TI Katukina também foram contatados dois monitores indígenas, além de dois professores do Ifac. O curso de agricultor agroflorestal, além de fornecer conhecimentos gerais sobre os sistemas agroflorestais, procura resgatar e aprimorar as técnicas tradicionais de plantio e manejo da terra.

O líder da Aldeia Samaúma, umas das seis existentes na TI Katukina, Poá Katuquina, mostrou-se agradecido aos órgãos que propiciaram o curso. Ele, que é agente agroflorestal, considera que depois do curso os jovens vão contribuir muito no trabalho com as comunidades locais: “Sempre digo aos alunos: aproveitem esta oportunidade vocês são jovens e tem muito a aprender pela frente".

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IFAC abre processo seletivo para formação de Banco de Professores do Pronatec

O Instituto Federal do Acre (IFAC) abriu inscrições para o processo seletivo de Formação de Banco de Professores que atuarão no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). São mais de 190 vagas direcionadas a candidatos que tenham do ensino médio a graduação em diversas áreas e ainda será formado um cadastro de reserva.

O período de inscrição vai até a quinta-feira, 19. Os interessados devem acessar o edital na página do Pronatec/IFAC (pronatec.ifac.edu.br) e entregar os documentos listados nos polos de concorrência da vaga ou nos campi das respectivas regionais, entre 07h30 às 11h30 da manhã.

A remuneração para o cargo de professor do Programa é paga através de bolsa no valor de R$50,00 a hora aula, sendo que a carga horária máxima é de 16 horas semanais.

Confira o Edital!

  

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IFAC abre inscrições para cargos administrativos do Pronatec

O Instituto Federal do Acre (IFAC) abriu edital para seleção de profissionais que formarão o banco de colaboradores aptos a exercer as funções administrativas de Apoio, Orientador Social, Orientador Pedagógico e Supervisor do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC). As inscrições podem ser feitas no período de 10 a 19 de novembro.

Os candidatos devem atender à exigência mínima de cada cargo. Para apoio administrativo é exigido o ensino médio completo e conhecimento em word e excel. Para o cargo de supervisão, a formação em qualquer curso de licenciatura. Para o cargo de Orientador Pedagógico, o candidato deve apresentar comprovar conclusão do curso de Pedagogia. Já para Orientador Social, é necessária graduação em Serviço Social, Psicologia, Sociologia, Pedagogia ou Tecnologia em Processos Escolares.

Quem tiver interesse em participar da seleção deve se dirigir aos polos de concorrência da vaga pretendida para fazer a inscrição com a documentação descrita no edital. São 40 vagas mais cadastro de reserva para os polos das regionais do Vale do Juruá, Vale do Purus, Baixo Acre e Alto Acre.

A remuneração é feita através de bolsa com valor específico por hora trabalhada de acordo com cada função exercida. Para o apoio administrativo é de R$ 18,00/hora, o Supervisor e Orientadores recebem R$ 36,00/hora.

Confira o Edital!

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IFAC inicia revisão curricular dos cursos do Pronatec/Indígena

A coordenação do Pronatec desenvolvido pelo Instituto Federal do Acre (IFAC) cumpriu agenda de articulações para revisão do Plano Pedagógico dos cursos ofertados aos povos indígenas das regionais Juruá e Purus. As reuniões ocorreram no início do mês de setembro nas duas regiões acreanas.


A primeira foi na sede da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), em Cruzeiro do Sul, principal cidade do Vale do Juruá. A coordenadora geral do Pronatec/IFAC, Alcilene Alves se reuniu com a coordenadora adjunta na regional Vale do Juruá, Aline Araújo, a coordenadora adjunta na regional Tarauacá-Envira, Daiana Araújo, os representantes da FUNAI em Cruzeiro do Sul, Luís Valdenir e Jairo Lima, da Organização de Professores Indígenas do Acre (Opiac), Francisca Arara, e do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi – Cruzeiro do Sul), Blenda Cunha de Moura, e do Neabi – Tarauacá, Cristiane Bortoli, para discutir a revisão do conteúdo curricular dos cursos ofertados pelo programa aos indígenas no Estado. A reunião ocorreu na primeira semana de setembro na sede da FUNAI no município.


O segundo compromisso da coordenadora geral foi na escola Maria de Fátima, onde funciona o anexo do IFAC em Sena Madureira, com a coordenação, parceiros de execução do Pronatec e lideranças indígenas do Vale do Purus. Alcilene conversou com o coordenador adjunto Cleudo Farias, o diretor geral do Câmpus Sena Madureira, Marcelo Helder, a representante da Opiac, Soleane Manchineri, a assessora da FUNAI Purus, Líbia Almeida, o administrador do Polo Base de Saúde Indígena, Nelson Bruno, o técnico de educação escolar, Arnaldo Mota.


Em outubro do ano passado, o IFAC certificou mais de 450 alunos em cursos de Formação Inicial Continuada (FIC) nas aldeias Caucho, em Tarauacá, e Morada Nova, em Feijó. A experiência foi tão proveitosa que desde então a coordenação do Pronatec no Instituto ampliou as conversas para melhor atender este público.


“A nossa preocupação é atender bem a essas comunidades que tem necessidades bem particulares. Por isso promovemos essas reuniões, onde discutimos a construção de um Plano Pedagógico de Curso (PPC) especial para elas com a adequação curricular necessária. Nada melhor do que ouvir e ter a cooperação de quem já trabalha com nas aldeias, tem experiência em educação indígena”, destacou a coordenadora geral do Pronatec/Ifac.


O coordenador da FUNAI na região do Juruá, Luís Valdenir, destacou a necessidade de ter programas que se preocupem com a educação dos povos indígenas. “Essas parcerias são muito importantes. É mesmo necessário pensar em como alcançar esses povos cada vez mais e melhor, afinal eles compõem a população dos oito municípios que formam a região do Vale do Juruá. São 29 terras e 13 povos indígenas”, destacou Luís.


Este ano, o IFAC prevê a abertura de aproximadamente 600 vagas em cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) apenas para os povos indígenas. Elaborar o Plano Pedagógico para os cursos é só o primeiro desafio.

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Ministério da Pesca e IFAC tratam a expansão de parcerias

Visando ampliar as ações de Ensino, Pesquisa e Extensão do Instituto Federal do Acre na área da Pesca e Aquicultura, a reitora se reuniu esta semana com o novo superintendente do Ministério da Pesca e Aquicultura no Acre, Sami Pinheiro de Moura.

A diretora Sistêmica de Programas Especiais, Jailene Soares, a coordenadora Geral do Pronatec pelo IFAC, Profª Alcilene Alves, e o pró-reitor de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação, Prof. Pedro Plese, acompanharam o encontro numa avaliação histórica sobre a participação do Instituto na formação do setor no Estado e a necessidade de melhorar e avançar proposições.

O Instituto Federal possui hoje dois laboratórios móveis de Processamento de Pescado, sendo um que atende a regional do Baixo Acre (Câmpus Avançado Baixada do Sol) e outro no Vale do Juruá (Câmpus Cruzeiro do Sul).  O IFAC também abriga a Unidade 8 do Núcleo de Pesquisa Aplicada em Pesca e Aquicultura (NUPA). Os Câmpus Baixada do Sol e Cruzeiro do Sul possuem cursos técnicos de Aquicultura na modalidade subsequente e pelo PRONATEC o IFAC tem oferecido vários cursos de formação inicial e continuada (FICs) da área em todas as regionais do Estado. Profissionais do Ministério da Pesca e Aquicultura já iniciaram encontro com a equipe do Programa para os ajustes nos Planos Pedagógicos de Cursos (PPCs) e também estudo para que comunidades de pescadores recebam este ano cursos pelo Programa Mulheres Mil.

Ficou acordado ainda com o MPA e o IFAC um termo de cooperação para fortalecimento do NUPA e o estudo sobre uma ação específica de extensão tecnológica na regional de Tarauacá-Envira.

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IFAC, FUNAI, MDA e Assessoria Indígena se reúnem para dialogar sobre a oferta de novos cursos nas aldeias

Visando sistematizar a oferta de cursos de formação inicial e continuada nos territórios indígenas, aconteceu nesta quarta-feira, dia 01, reunião envolvendo representantes do Instituto Federal do Acre – IFAC, o Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA, a Fundação Nacional do índio – FUNAI e a Assessoria de Assuntos Indígenas do Governo do Estado.

Na pauta a organização de encontros para dialogar com representações indígenas sobre propostas de cursos para o público indígena através do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – Pronatec e um termo de cooperação técnica entre IFAC e FUNAI para regularizar a oferta destes cursos, como o ajuste dos Planos Pedagógicos, seleção de professores e pessoal de apoio e infraestrutura de acesso às comunidades, entre outros.

O fortalecimento dos Núcleos de Estudos Afrobrasileiros e Indígenas – NEABIs e o projeto de extensão “Povos Indígenas e Interculturalidade”, a ser realizado neste semestre no IFAC, também foram citados na reunião.

Participaram dos diálogos, o chefe da Divisão Técnica e coordenador Regional Substituto da FUNAI no Juruá, Jairo Lima, pela FUNAI do Alto Purus, Líbia Almeida, o assessor de Assuntos Indígenas no Governo, José de Lima Kaxinawá, a delegada substituta do MDA, Fátima Duck, também pelo MDA, Manuella Lima e pelo IFAC participaram a diretora sistêmica de Programas Especiais, Jailene Soares, a coordenadora Geral do Pronatec, Alcilene Alves, e a coordenadora Adjunta do Pronatec-Campo, Ana Santos.

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Gestão do PRONATEC/IFAC se reúne com juíza titular da VEP

No encontro foi discutida a possibilidade de oferta de cursos do Pronatec para os reeducandos do Regime Fechado

Em reunião com a juíza titular da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, nesta sexta-feira, 03, a coordenadora geral do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego no IFAC, Alcilene Alves, e a coordenadora adjunta Luana Melo discutiram a possibilidade de oferta dos cursos para os reeducandos do Regime Fechado.

A previsão é que sejam abertas quatro turmas de 15 alunos. Uma em Rio Branco, outra em Sena Madureira e duas em Tarauacá. As 60 vagas devem se dividir entre os cursos de Avicultor e Operador de Computador, demandas apresentadas pelo Ministério da Justiça.

Durante a reunião, a discussão girou em torno da estrutura dos presídios da capital e interior para a oferta dos cursos, o perfil dos reeducandos que deverão ser contemplados com a capacitação e a logística necessária. matéria

A juíza titular da Vara destacou a importância de levar capacitação para esse público, mas destacou também que tudo deve ser feito com muita cautela. “Levar cursos desse tipo para os reeducandos é abrir portas de reinserção social e é disso que precisamos para reduzir o número de reincidência criminal. E esse momento de discussão é muito importante porque não podemos fazer isso de qualquer jeito. É um público especial e que precisa de uma atenção diferenciada”, completou.

Se aprovado pelo Ministério da Educação como ofertante desses cursos, o IFAC amplia o leque de públicos alcançados pelo Programa. Até então, o Pronatec executado pelo Instituto atende a cidade, o campo, as aldeias indígenas, os servidores públicos e o público do Programa Mulheres Mil com unidades nos 22 municípios acrianos.

“Esse é o momento da articulação com os parceiros. Já tivemos uma conversa com a juíza da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas - VEPMA, Maha Manasfi e agora com a titular da Vara de Execuções Penais - VEP, Luana Campos. A demanda já foi manifestada pelo Ministério da Justiça e a nossa intenção é nos prontificar como possíveis ofertantes desses cursos. Daí as conversas para ver também o interesse das instituições e as condições do sistema acreano para a execução dessas ações”, esclareceu a coordenadora Alcilene Alves.

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IFAC encerra agenda de certificações do Pronatec/Serviços Públicos

O Instituto Federal do Acre (IFAC), através do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), modalidade Serviços Públicos, certificou 255 servidores nos municípios de Tarauacá, Rio Branco, Manoel Urbano, Cruzeiro do Sul e Sena Madureira.

O itinerário de certificações começou pelo município de Tarauacá, onde 16 servidores concluíram o curso de Operador de Computador. A cerimônia ocorreu na quinta-feira, 18, no Teatro Municipal José Potyguar.

Na sexta-feira, 19, foi a vez dos servidores de Rio Branco. A cerimônia foi no auditório do Câmpus Rio Branco, onde 52 alunos receberam os certificados nos cursos de Auxiliar de Biblioteca, Cerimonialista e Mestre de Cerimônia, Espanhol Básico, Inglês Básico, Operador de Computador, Organizador de Eventos e Introdução à interpretação em Libras.

O reitor substituto, professor Fábio Stoch de Oliveira, representou a reitora do Instituto, a prof.ª Rosana Cavalcante dos Santos. O pró-reitor de gestão de pessoas, jornalista Daniel Faria Esteves, demandante dos cursos do Pronatec/Serviços Públicos, também compôs a mesa.

Em Manoel Urbano, os cursos concluídos foram Auxiliar de Secretaria Escolar e Auxiliar Administrativo. Os dois cursos contemplaram 49 servidores, certificados na segunda-feira, 22, no Centro de Florestania do município.

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O maior número de servidores concludentes foi dos quatro cursos ofertados em Cruzeiro do Sul. Foram 124 nos cursos de Inglês Básico, Espanhol Básico, Organizador de Eventos e Libras. A cerimônia de entrega dos certificados ocorreu no Centro Recreativo dos Policiais Militares do município - 6º BPM com a presença da reitora, a prof.ª Rosana Cavalcante dos Santos e da coordenadora adjunta do Pronatec/Serviços, Dirlei Terezinha Fachinello.

A última agenda de certificações do Pronatec/Serviços Públicos, no mês de junho, foi em Sena Madureira, nesta terça-feira, 30. A coordenadora geral do Pronatec/IFAC, Alcilene Alves e a diretora de Programas Especiais do IFAC, Jailene Soares, estiveram presentes para a entrega dos documentos, que comprovam a conclusão do curso de Inglês Básico, a 14 servidores. A cerimônia foi na escola Dom Júlio Mattioli.

O Pronatec Serviços Públicos é uma modalidade nova que visa capacitar servidores públicos da própria instituição e parceiros como Secretarias de Estado e Municipais, entre outros.

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I Seminário de EPT do Campo consolida parcerias

Ampliar o diálogo entre as instituições governamentais e não-governamentais quanto a oferta dos cursos para o Campo e os planos de desenvolvimento do Estado do Acre primando pela sustentabilidade e o empreendedorismo dos cidadãos. Essa é a síntese do I Seminário de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) do Campo realizado pelo Instituto Federal do Acre (IFAC) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e as Secretarias de Estado de Educação (SEE) e de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (SEAPROF). A segunda etapa do evento aconteceu dia 21, na Escola da Floresta, reunindo representantes de lideranças rurais, gestores, extensionistas, instituições públicas e privadas, alunos e servidores da Rede Federal de Educação Profissional de 14 municípios de três regionais do Estado – Alto Acre, Baixo Acre e Vale do Purus.

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Durante todo o dia foram expostos diagnósticos sobre a Gestão de Cursos, Infraestrutura, Aspectos Pedagógicos, Formação de Professores do Campo, Financiamentos, Parcerias, Impactos Sociais, Ambientais, Culturais e Econômicos envolvendo cursos técnicos e superiores ofertados pelo IFAC, além do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego no Campo – PRONATEC-Campo.

Hoje na área relativa as agrárias o IFAC oferece em cinco Câmpus distribuídos em todas as regionais do Estado os cursos técnicos de Agropecuária, Meio Ambiente, Controle Ambiental, Aquicultura, Cooperativismo, Florestas, Agroecologia, Agricultura e Biotecnologia e superiores de Agroindústria, Zootecnia e Agroecologia, além de outros 37 cursos de formação inicial e continuada aplicados in loco nas comunidades rurais através do Pronatec-Campo.

Gestão

A reitora do IFAC, Profª Rosana Cavalcante dos Santos, fez a abertura do evento lembrando que as etapas das regionais do Vale do Juruá e Tarauacá-Envira aconteceram no dia 15 em Cruzeiro do Sul e destacou o momento histórico para a instituição ao se abrir para divulgar e mostrar avanços e desafios de seus cursos. Hoje o eixo tecnológico de Recursos Naturais é o carro-chefe da maioria dos seis câmpus do IFAC. “O Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal (CONIF) e a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC) estão liderando ações para que aprimoremos a oferta do ensino, pesquisa e extensão ao campo respeitando as características de cada região”, disse, aproveitando para agradecer aos parceiros envolvidos na iniciativa.

Participaram do dispositivo de autoridades também a delegada substituta do MDA, Fátima Duck, a coordenadora do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária no Acre (Pronera), Ronízia Gonçalves, a diretora-presidente do Instituto Estadual de Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica Dom Moacyr Grechi (IDM), Rita Paro, a diretora de Inovação da Secretaria de Estado de Educação, Cleide Prudêncio, e os secretários de Estado Glenilson Figueiredo (SEAPROF), Renata Silva Souza (SECT) e Henry Nogueira (SEPN), a diretora do SENAR, Ilcilene Andrade, e representando o prefeito esteve presente o diretor da Central de Abastecimento e Comercialização de Rio Branco (CEASA), Paulo Sérgio Braña.

Após a solenidade de abertura, a diretora de Programas Especiais do IFAC, Jailene Soares, ministrou palestra sobre o tema, enquanto as autoridades se reuniram e traçaram medidas para afinar as parcerias.

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A proposta de criar o Fórum Acreano de Educação do Campo também foi discutido pelo gestores e pelo público e deverá ser encaminhado para ofício, tendo como base os Planos Nacional e Estadual de Educação.

Depoimentos

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 “Esse Seminário foi muito importante porque reuniu e aproximou várias visões, de produtores, alunos, professores e técnicos sobre a Educação do Campo. Eu sinto que precisamos incluir mais o item ambiental em todos os cursos do Campo.” Antônio Ogel Nunes, 28 anos, egresso do curso técnico de Agroecologia do Câmpus Sena Madureira, hoje docente do Pronatec-Campo

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 “Hoje temos estrutura que nunca tivéssemos antes, porém a risco de perder a ‘alma´, como se tivéssemos hoje um banquete em infraestrutura, mas correndo o risco de perder o tempero, a valorização e respeito a sabedoria dos velhos mestres. Esse Seminário é um espaço que não tínhamos antes para a discussão, planejamento e integração das instituições junto com quem vive a realidade no campo” Ronízia Gonçalves, coordenadora do Pronera – Acre, mais de 10 anos de experiência com educação do campo

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 “Eu não conhecia a instituição toda, só o Pronatec. Um curso foi oferecido numa comunidade a 150 quilômetros da nossa. Nos viramos e demos conta de chegar lá e nos capacitar.  Eu espero que esse programa chegue para todos, bem como nossos jovens possam estudar numa escola técnica e superior como essa. Minha sugestão é divulgar mais, se aproximar mais porque política púbica não pode ser desperdiçada”. Elisabete dos Santos Silva, presidente da Cooperativa Sonho Meu, no projeto de assentamento Caquetá, em Porto Acre. A cooperativa tem 57 sócios e 584 pessoas vivem na comunidade.

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 “Estou feliz em colaborar com sugestões para que a instituição que está me capacitando melhore. Entrei por sorteio, sabendo pouco e todo dia minhas expectativas são superadas. O que espero agora é que eu possa usufruir do conhecimento trabalhando e sendo reconhecida na minha área de trabalho”. Rosimeire Viana, estudante do curso técnico de Agroecologia do Câmpus Avançado Baixada do Sol

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 “Os cursos do Pronatec estão revolucionando o campo. A pessoa sabe plantar e colher, porém com um curso de Agricultor Familiar, por exemplo, a pessoa aprender a melhorar consideravelmente suas práticas, da produção à higienização e o comércio de seu produto. Um programa assim não pode parar, só melhorar, se adequar melhor as condições de nossa região”. Antônio Ferreira Alves, professor de carreira da Secretaria de Estado de Educação em Assis Brasil – município tríplice fronteira Brasil-Bolívia-Peru

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